Não há como negar sua existência. Mesmo invisível, está aqui com seus grandes braços fortes que me envolvem num abraço eterno e daqui não posso fugir. Eu não saberia descrever seu olhar: É impossível não baixar o rosto em reverência. Mas suas mãos sempre levantam meu rosto e meus olhos encontram os seus e aquele medo transforma-se no amor que qualquer um deseja mergulhar. E nesse amor mergulhada, tudo o mais fenece.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Chafurdados na matéria
Existem duas forças de poder incomensurável, que como deuses furiosos influenciam e ditam as regras nas vidas de algumas pessoas que conheço: o Medo e o Orgulho.
Cada dia que passa fico mais impressionada como essas forças são capazes de paralisar e aniquilar as emoções e esvair as forças físicas, porque, como deuses, impõem suas limitações e aprisionam a vida a bel prazer.
Mas o que realmente me impressiona é como alguma pessoas idolatram essas forças; como elas se colocam tão completamente à mercê delas; como se prostram fracas, inertes, dissolutas.
Existe uma pessoa em especial em que tenho visto como tais forças a têm subjugado sobremaneira: Medo de amar e ser amada; Medo da solidão; Medo de ser aceita e também de ser rejeitada; Medo do escuro; Medo do desconhecido; Medo do que já é conhecido mas pode mudar; Medo das pessoas e da maldade inerente de seus corações; Medo do amor das pessoas e dos erros inerentes que são cometidos numa relação; Medo do mundo injusto.
E o Orgulho é tão patente e está tão acima em sua consideração, que esta pessoa sente-se orgulhosa em ter seu orgulho na mais alta estima.
Aprendi uma coisa muito importante: não existe força maior ou mais avassaladora que a presença de Deus. E mesmo assim "é surpreendente como o Criador raramente impõe-se às suas criaturas. É preciso haver atenção e esforço de nossa parte para atendermos à orientação "Lembre-se do seu Criador", pois o Criador retira-se silenciosamente para os bastidores. Deus não força, sobre nós, sua presença. Quando deuses inferiores nos seduzem, Deus se retira, respeitando nossa inexorável liberdade para ignorá-lo" (Rumores de outro mundo, Philip Yancey).
Quando conhecemos Deus, tudo o mais esmaece. Porque não há nada maior que Ele. E Ele é amor: "O verdadeiro amor lança fora todo medo", mas "a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda".
Quando reconhecemos a grandeza de Deus, sentimo-nos tão absolutamente pequenos que é impossível não nos prostrarmos em total adoração e dependência. Mas não é fácil. Num mundo cheio de pessoas reducionistas, que pensam ser detentoras da verdade, raramente existe espaço para um Deus educado e gentil que espera o nosso convite para ser onipotente em nossas vidas. Ele nos deu a Terra para nosso governo, e ao invés de liderarmos com amor, chafurdamos nossa existência em auto-suficiência, orgulho, ódio, rancor, mágoa e medo. Muito medo.
É muito fácil encontrar Deus na natureza: o brilho das estrelas distantes e da imensidão das galáxias nesse universo sem fim; a força tenebrosa dos ventos, tempestades e furacões; na simplicidade da organização da abelhas e formigas; na exatidão das batidas das asas do beija-flor; na beleza dos campos de girossois; na gentileza do orvalho sobre as vinhas; no poder do som de uma manade de búfalos; no por do sol atrás das nuvens; no marulhar das ondas; no calor do sol deitando sobre a pele.
Mas como encontrar Deus no dia a dia? Como ser extensão da sua glória quando se é demitido? Quando se é humilhado? Quando o governo rouba nos impostos? Quando seu cônjuge não responde como o esperado? Quando seu filho não é grato? Quando seus pais estão velhos e senis? Quando as pessoas a quem mais se dedicou traem? Quando o carro quebra no congestionamento? Quando a chuva o pega desprevenido? Quando seu cérebro não funciona na prova final? Quando se tem fome? Quando o reconhecimento e o aumento de salário não vem? Quando o corpo não responde a estímulos?
O que não percebemos é que não existe separação entre mundo espiritual e mundo matéria. Os dois são faces de uma mesma moeda. Não transitamos em uma realidade ou outra. Existe apenas uma realidade, em que somos seres espirituais vivendo dentro de um corpo material. E seja "em um" seja "em outro" somos dEle e pra Ele. E se não vivemos mergulhados nele, facilmente as agruras da nossa porção matéria engolfarão aquilo que nos faz sermos deuses: o Espírito de Deus. E aí só restará medo e orgulho.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Desisti
Ajoelhei inerte enquanto as lágrimas corriam rosto abaixo. Depois de muito tentar, a única palavra que conseguiu sair foi "desisti". Repetidamente falei e falei essa mesma palavra como uma maneira de expurgar o sentimento que eu mais odeio: desistência.
Eu pude ouvi-Lo perguntar "do que", e ignorando o esporro que vem depois do silêncio, respondi "de salvá-lo". Desnecessário dizer que a resposta veio ligeira e sem dó: "É meu, somente meu, todo trabalho. O seu trabalho é descansar em mim". Na sequência, Ele me bombardeou com informações que eu, apesar de já saber, continuo sem aplicar, porque lá no fundo eu havia desistido de salvá-lo do inferno. E desde quando essa é a minha função? Por que raios eu cheguei um dia a acreditar que o propósito da minha vida é tirar alguém do inferno? Se eu sequer consigo salvar alguém de um possível inferno terrestre com problemas palpáveis, quanto mais salvar alguém de um inferno etéreo que eu nem sei bem se existe e porque existe.
Jesus deixou bem claro algumas coisas:
1. Ame o teu Deus sobre todas as coisas;
2. Ame o teu próximo como a ti mesmo;
3. Ide por todo mundo e pregai as boas novas.
Onde é que está a tal da salvação que eu queria assumir como dever supremo da minha existência? O Reino chegou, está aqui, e a única função que eu tenho é de falar dele, arrebanhando os Seus filhos que se perderam para fora das fronteiras desse reino.
Mas meu sentido encruado de salvação ainda reside na ideia abstrata de um céu onde "está o meu tesouro, lá onde não há choro, onde todos cantaremos juntos hinos de louvor ao Senhor", e não na melhoria da qualidade de vida aqui. AQUI.
Convenhamos: que lógica tem Deus fazer uma dimensão material, com seres materiais, para esses seres ficarem na ansiedade maluca de desencarnar e virar somente seres espirituais, num mundo espiritual? Melhor seria se Deus nunca tivesse criado absolutamente nada, nem permitido que as espécies evoluíssem através dos anos. Teríamos todos continuado espírito, imortais, dentro dele, na incubadora eterna e suprema do Espírito Santo. É ridículo, não é? Concordo.
Quando penso no Reino dos Céus como sendo a morada de celestial que Deus quer me colocar estou anulando o processo criativo Dele em fazer um lugar para o qual eu me adequo perfeitamente, pois sou mortal e material. Fui feita para a mortalidade. Tenho que lidar com isso. Existe um começo, um meio e um fim. E a salvação não está em salvar meu espírito, mas me salvar de uma vida completamente medíocre e sem propósito, pois o pó voltará à terra, como o era, e o espírito voltará a Deus, que o deu (Eclesiastes 12:7)
E se esse mundo é ignóbil, a responsabilidade é minha de o fazê-lo digno de mim. Pois Deus, ao cria-lo o fez assim.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Alguém assim... tão maior que eu...
Por alguém que não mudará de opinião a meu respeito independente do que eu faça, do que eu seja ou escolha ser;
Por alguém que conhece o todo, o passado, o presente e o futuro;
Por alguém que ame a essência e por isso não pode se frustrar, é INEFÁVEL!
Que triste quem pensa que Ele é uma força impessoal, uma alucinação, um retrocesso, uma alienação.
Com Ele na minha vida, não sou um acaso, uma mera coincidência: faço parte dEle e Ele de mim.
Isto basta.
E, segredo: Ele adora dançar comigo.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Erro de comunicação
Odeio admitir, mas a verdade nua e crua é que a Bíblia só existe por uma falha de comunicação. Ou seja, por causa da distância que se estabeleceu entre Deus e homem.
É bem simples de entender: se o homem não tivesse se distanciado tanto a ponto de não conseguir ouvi-Lo, outros homens não precisariam falar em nome dEle e por consequência, não precisariam ter escrito para documentar suas experiência com Ele.
Aí, veio Jesus, que mostrou o caminho através da sua própria comunhão com o Pai, e disse "Há tanto tempo estou convosco e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras. Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede ao menos por causa das mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai" (Jo 14:8-12).
E para embasar a sua comunhão com o Pai, Jesus teve que citar as escrituras porque, afinal de contas, Ele tinha que falar com uma platéia totalmente desconectada de Deus, que tinha na Lei a sua única ligação com o Pai - justamente aquela Lei no Não que, ao invés de cumprir seu propósito original de mostrar que sem a Graça não é possível "cumprir" nada daquilo, tornou-se o aguilhão que prende todos no abismo da distância. E o que aconteceu?
Bem, durante um tempo depois da pequena amostragem de comunhão com o Pai que Jesus deu, as pessoas viveram naquele entendimento de que não era necessário viver no limbo, na escuridão, totalmente dissociado, e que Deus está à distância de apenas uma oração.
Isso durou quase um século. Então, uma vez mais a distância começou aqui e acolá e aqueles que vivenciaram de perto a real comunhão com o Pai sentiram-se obrigados a também documentar suas experiências - como se fosse possível reproduzir a comunhão com o Pai através de letras. Enfim, "a letra mata, mas o Espírito vivifica" (II Co 3:6). E por quê? Porque a essência da verdade "esconde-se" na comunhão pessoal e intransferível de cada um com o Pai.
Não há salvação por atacado. Por isso a Bíblia é um livro de propaganda e manual de uso de um produto personalizado de Deus para com cada homem, porque o tipo de relacionamento que Ele deseja ter com cada indivíduo não tem precedentes, e por mais que a experiência de Moisés, Elias, Davi, João e Paulo tenham sido fantásticas, elas serviram apenas como exemplo, não como fôrma onde cada "crente" (odeio essa expressão) precisa se encaixar para ser igual.
Vejo hoje muito mais "Paulinistas" do que cristãos. Muito mais gente levando a ferro e fogo as instruções de Paulo do que o exemplo de Jesus sobre como amar e entregar a sua própria vida, em como conversar com o Pai e aprender diretamente com Ele.
Deus, em sua multiforme sabedoria, nos trata como um seres completamente únicos. Então, por que razão Ele nos moldaria à imagem e semelhança de Paulo? - que até teve culhão de dizer "se não conseguem ser igual a Ele, sejam pelo menos igual a mim". Mas Deus, quando nos olha, enxerga a essência, sem levar em conta histórico, crenças, comportamento, filtros, porque a nossa essência vem dele. É a porção divina.
E eu adoro pensar que o egocentrismo de Deus é o que me liga a Ele (não sei você, então não vou incluí-lo nisso) pois me fez com as mãos e soprou em mim a sua própria vida. E eu, antes uma bonequinha de barro, posso dizer que compartilho sua divindade, sou tão deus como ele é Deus: "sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo" (Sl. 82:6), e isso para que nenhum escrito, nenhuma religião (do original religare - religar) pudesse ter sobre mim qualquer poder, qualquer influência, qualquer domínio, porque quando uso desses subterfúgios para me sentir conectada a Ele, admito minha distância. E como é possível viver desconectado de si mesmo?
Mas não quero que me levem a mal. Os mais "crentes" chamarão de heresia, mas não quero com essas afirmações dizer que sou contra a Bíblia ou que não acredito nela. Muito pelo contrário: Assim como Paulo, só tive conhecimento da Graça por causa da Lei. Acredito piamente que este livro fantástico, meu preferido, de cabeceira, seja a Palavra de Deus que destilou da boca e da pena daqueles que usufruíram da presença dEle e passaram a transmitir suas experiência com o Pai para que outros se sintam compelidos a fazer igual ou melhor - que é o que eu faço agora.
Isso me lembra Shekinah: Deus e homem no mesmo lugar. Eu e Ele juntinhos, sincronizados.
E, ó, leia a Bíblia. Mas peça para que Ele fale com você diretamente.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Presentes
Amigos são milagres. Não dá pra mensurar a dignidade que eles trazem pras nossas vidas. Ou então, o valor da lealdade. Ou a enchente de amor e fidelidade.
Ele é amado pelo que é e pelo que não é. Dá pra gostar das qualidades e odiar os defeitos, mas o amor vem com o conjunto, a soma de qualidades e defeitos - por isso eu digo: case-se com um amigo. Fica muito mais suportável nos momentos difíceis - que são muitos.
Então, aqui fica meu agradecimento primeiro para o meu melhor amigo EVER: Deus. Esse cara incrível que me fez digna de duas pessoas especialícimas: meu esposo, Renato - amigo caro e parceiraço; e Mateus, meu parceirinho e filhotinho querido.
Os de sempre desde a eternidade:
Aline, Kelly e Xil;
Marcel, Paty e Adriano;
Debs;
Dedé e Roger;
Paty Castro e Thais Kurita;
Terô, Galão e cOnhadas;
Mãe;
Pai e os Silvinhas Bia, Thais e Samuel.
Meus orgulhos blasters: Soninha, Raquel, Caroleta e Bruno.
E os novos amigos: Dani, Marcinho e Paula, Andrietta e FFF.
E seu eu esqueci de alguém, bem... você vai me perdoar.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Último Suspiro
Eu tenho certeza que lá no fundo você já ficou fulo da vida com a injustiça de Deus.
Sim, você leu certo: INJUSTIÇA. Pode admitir. Eu sei. Eu já me senti assim tantas vezes, mas tantas vezes que perdi as contas.
Não estar no controle requer muito controle. Permitir que Deus esteja no centro, soberano, tranquilo, na serenidade completa de quem tem e detém todo o poder do universo é um tanto patético do meu ponto de vista. Claro! Não é injusto que alguém que se diz justo não divida nenhum pouquinho seu poder comigo?
Tenho que admitir que meus anos de ignorância foram, de certa forma, benção, porque enquanto eu não questionei, o que eu tinha era suficiente. Bastava.
Agora não é mais. Quero entender sem me alienar, sem desistir. Quero conhecer a voz de Deus sem teorias conspiracionistas, sem dúvida da soberania dele e, o melhor de tudo, sem ignorância. Quero entender como é possível o caos. Principalmente o MEU caos, a minha insatisfação e infelicidade e, então, sair desse lugar desabitado e destruído que me permiti estar.
Permitir o caos é dar o último suspiro no colo dEle. É desistir do sentimento de injustiça que assola a alma quando acho que Ele não é soberano o suficiente para dividir comigo o poder de transformar a calamidade em qualquer coisa viva.
"...para onde eu vou não podeis ir (...) vós sóis aqui debaixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, eu deste mundo não sou" (João 8:21-23)
Não é o máximo saber que Ele não é daqui e por isso NÃO compartilha do caos? "Se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados" (Jo 8:24)
Esse é meu último suspiro.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Ano novo com velhos vícios
Nunca fui de fazer planos para o ano consecutivo, nem sou muito dada a promessas de ano novo.
Sempre fiz alvos, mas apenas para efeitos Divinos... E para esse ano, nem isso fiz por um simples motivo: Nunca deu certo. Não que Ele não fosse fiel às promessas dEle para comigo, mas porque esse ano decidi que quero ser um lírio do campo: Se chover, choveu; Se fizer sol, fez. Se me colocarem num jarro de água, bom. Se me deram de presente, ok. Se me despetalarem, melhor. Porque Dele e por Ele são todas as coisas.
Cansei de de ser senhora do meu destino, de ser dona do meu nariz. Percebi que, nesse exercício, perdia o o agora, o presente... a maior dádiva de Deus, porque voltar ao passado ou prever o futuro são duas coisas que Ele não permite a nós, seres humanos - e simplesmente porque consome muita energia. Então, decidi ficar na preguiça viciante do hoje. De aproveitar as coisas como ela são e como acontecem. Porque Dele e por Ele são todas as coisas.
Além disso, tenho lido muito, feito minhas pesquisas, aprendido com o que a História revela e o que ela não mostra. Tenho percebido que muito do que aprendemos e lemos e ouvimos passou por uma peneira muito fina, quase subatômica, para que aquilo que pudéssemos absorver fosse apenas aquilo que os manipuladores da História quisessem.
Então, pode ser que eu esteja num momento bastante ignorante ou simplório do Carpe Diem, deitada observando a paisagem bucólica da minha vida. Mas Dele e por Ele são todas as coisas. E se amanhã eu mudar de ideia, tudo bem. As misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã...
E decidi que sobre Ele vou aprender com Ele, nos nossos papos intermináveis e nos nossos carinhos secretos. Porque mesmo que a Religião e a instituição igreja tenham me colocado a par de quem - possivelmente - Ele é, também me convenceu de que eu nunca poderia ser COMO Ele - e isso é uma afirmação ridícula.
Sempre fiz alvos, mas apenas para efeitos Divinos... E para esse ano, nem isso fiz por um simples motivo: Nunca deu certo. Não que Ele não fosse fiel às promessas dEle para comigo, mas porque esse ano decidi que quero ser um lírio do campo: Se chover, choveu; Se fizer sol, fez. Se me colocarem num jarro de água, bom. Se me deram de presente, ok. Se me despetalarem, melhor. Porque Dele e por Ele são todas as coisas.
Cansei de de ser senhora do meu destino, de ser dona do meu nariz. Percebi que, nesse exercício, perdia o o agora, o presente... a maior dádiva de Deus, porque voltar ao passado ou prever o futuro são duas coisas que Ele não permite a nós, seres humanos - e simplesmente porque consome muita energia. Então, decidi ficar na preguiça viciante do hoje. De aproveitar as coisas como ela são e como acontecem. Porque Dele e por Ele são todas as coisas.
Além disso, tenho lido muito, feito minhas pesquisas, aprendido com o que a História revela e o que ela não mostra. Tenho percebido que muito do que aprendemos e lemos e ouvimos passou por uma peneira muito fina, quase subatômica, para que aquilo que pudéssemos absorver fosse apenas aquilo que os manipuladores da História quisessem.
Então, pode ser que eu esteja num momento bastante ignorante ou simplório do Carpe Diem, deitada observando a paisagem bucólica da minha vida. Mas Dele e por Ele são todas as coisas. E se amanhã eu mudar de ideia, tudo bem. As misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã...
E decidi que sobre Ele vou aprender com Ele, nos nossos papos intermináveis e nos nossos carinhos secretos. Porque mesmo que a Religião e a instituição igreja tenham me colocado a par de quem - possivelmente - Ele é, também me convenceu de que eu nunca poderia ser COMO Ele - e isso é uma afirmação ridícula.
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